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sexta-feira, fevereiro 04, 2011

O que é o casamento para você?

Para muitas pessoas, o casamento não passa de uma instituição falida. Outros sonham com o casamento como se fosse a realização de um conto de fadas. Uma pesquisa realizada por um Doutor em Psicologia, analisando 569 provérbios populares, mostra quão deturpada tem sido a visão que se tem do casamento, do amor e do papel da mulher e do homem na relação conjugal. É possível que você conheça piadas e ditados populares que tratam de forma pejorativa essa tão sagrada instituição!
E você… o que pensa sobre o casamento?
No livro Cartas a Jovens Namorados, páginas 11 e 12, lemos:
O homem não foi feito para habitar na solidão; ele deveria ser um ente social. Sem companhia, as belas cenas e deleitosas ocupações do Éden teriam deixado de proporcionar perfeita felicidade. Mesmo a comunhão com os anjos não poderia satisfazer seu desejo de simpatia e companhia. Ninguém havia da mesma natureza para amar e ser amado.
O próprio Deus deu a Adão uma companheira. Proveu-lhe uma “adjutora” – ajudadora esta que lhe correspondesse – a qual estava em condições de ser sua companheira, e que poderia ser um com ele, em amor e simpatia. Eva foi criada de uma costela tirada do lado de Adão, significando que não o deveria dominar, como a cabeça, nem ser pisada sob os pés como se fosse inferior, mas estar a seu lado como seu igual, e ser amada e protegida por ele. Como parte do homem, osso de seus ossos, e carne de sua carne, era ela o seu segundo eu, mostrando isto a íntima união e apego afetivo que deve existir nesta relação. “Porque nunca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta.” Efés. 5:29. “Portanto deixará o varão a seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” Gên. 2:24.
Deus celebrou o primeiro casamento. Assim esta instituição tem como seu originador o Criador do Universo. “Venerado… seja o matrimônio” (Heb. 13:4); foi esta uma das primeiras dádivas de Deus ao homem, e é uma das duas instituições que, depois da queda, Adão trouxe consigo de além das portas do Paraíso. Quando os princípios divinos são reconhecidos e obedecidos nesta relação, o casamento é uma bênção; preserva a pureza e felicidade do gênero humano, provê as necessidades sociais do homem, eleva a natureza física, intelectual e moral. Patriarcas e Profetas, pág. 46.
Então, ao unir o Criador as mãos do santo par em matrimônio, dizendo: O homem “deixará o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á a sua mulher, e serão ambos uma carne” (Gên. 2:24), enunciou a lei do casamento para todos os filhos de Adão, até ao fim do tempo. Aquilo que o próprio Pai Eterno declarou bom, era a lei da mais elevada bênção e desenvolvimento para o homem. O Maior Discurso de Cristo, págs. 63 e 64.
Por mais que o mundo hoje, tente distorcer o que é o casamento, como cristãos sabemos que ele foi criado pelo mesmo Deus que criou todo o universo e, portanto, é algo bom! Acreditar nisso é um dos pré-requisitos para ter um casamento bem sucedido.
Quanto tempo você dedicaria de estudo para uma prova que você sabe que não vai conseguir fazer? Quanto dinheiro você investiria em um negócio que você acredita que fracassará? O investimento que você fará em seu casamento está relacionado com o seu conceito de casamento.
Se você está noiva, mas tem uma visão distorcida do que é o casamento, reflita a respeito e acredite que o casamento não é algo banal para Deus! Deus se importa com você, e deseja que você tenha um bom casamento!

segunda-feira, julho 26, 2010

Religião não evita divórcios, Deus sim

O que Deus uniu o homem separa. Um cruzamento entre dados de estado conjugal e religião realizado pelo Nepo (Núcleo de Estudos de População) da Unicamp mostra que a fé não segura casamentos. A informação é da reportagem de Hélio Schwartsman publicada na edição de quinta-feira da Folha de S. Paulo. De acordo com o texto, a proporção das mulheres separadas, desquitadas ou divorciadas de cada igreja é muito similar à distribuição das crenças pela população. Segundo a pesquisadora Joice Melo Vieira, que cruzou os dados, estudos no Brasil e no exterior mostram que a preocupação é estar em relações satisfatórias. Como a separação já não é tão estigmatizada, o fim da união é sempre uma possibilidade quando as coisas vão mal.

No final, relata Vieira, o que faz casais à beira da separação pensarem duas vezes são a situação dos filhos e a questão financeira. Como hoje mais mulheres trabalham, a dependência econômica não segura mais o casamento. Já os filhos o fazem apenas por tempo limitado.


Nota: Não vou levar em conta o fato de que o autor do texto é o ateu declarado Hélio Schwartsman, porque creio que os jornalistas podem ser honestos mesmo quando abordam pautas e assuntos que lhes são sensíveis e/ou dos quais discordam. A questão é: A pesquisa mostra que religião não evita divórcios ou que a verdadeira religião não está sendo vivida entre os casais? Não é novidade que a maior parte da população apenas se diz religiosa ou segue algum tipo de tradição religiosa familiar, mas sem compromisso com Deus ou com a Bíblia. Se a pesquisa fosse mais detalhada, perceberia que os casais profundamente religiosos (que fazem culto familiar, frequentam a igreja juntos, leem e estudam a Bíblia) geralmente são mais felizes, tolerantes e vivem em harmonia.[MB]
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