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segunda-feira, julho 25, 2011

Para Refletir...


Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência.
Efésios 2:1-2
Para Refletir…
 
O senso do pecado tem envenenado as fontes da vida. Mas Cristo diz: “Eu tirarei vossos pecados; dar-vos-ei paz. Comprei-vos com Meu sangue. Sois Meus. Minha graça fortalecerá vossa vontade enfraquecida; o remorso do pecado, Eu hei de remover.” Quando vos assaltam tentações, quando vos rodeiam cuidado e perplexidade, quando, deprimidos e desanimados, vos achais prestes a ceder ao desespero, olhai a Jesus, e as trevas que vos envolvem dissipar-se-ão ao brilho de Sua presença. Quando o pecado luta pelo predomínio em vossa alma, e sobrecarrega a consciência, olhai ao Salvador. Sua graça é suficiente para subjugar o pecado. Que vosso grato coração, trêmulo de incerteza, se volva para Ele. Apoderai-vos da esperança posta diante de vós. Cristo espera adotar-vos em Sua família. Sua força ajudará vossa fraqueza; conduzir-vos-á passo a passo. Colocai nas Suas a vossa mão, e deixai que Ele vos guie.
Nunca julgueis que Cristo está distante. Ele está sempre perto. Sua amorável presença vos rodeia. Procurai-O como a Alguém que deseja ser achado por vós. Deseja que não somente Lhe toqueis as vestes, mas caminheis com Ele em constante comunhão.
(A Ciência do Bom Viver - Ellen G. White).

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

Criança sobreviveu ao abutre, fotógrafo sucumbiu à dor

Kevin Carter disparou, em 1993, no Sudão, a foto que lhe viria a custar a vida, paradoxalmente, eternizando o fotógrafo sul-africano na galeria dos maiores repórteres fotográficos, com um “frame” icônico, o retrato de uma tragédia que não precisa de uma sílaba sequer. Quando fotografou aquela cena, em Ayod, no Sudão, em 1993, Kevin Carter teria visto, como quase toda a gente, na imagem de um abutre postado atrás de uma criança desnutrida, a metáfora perfeita para a fome que grassava, e matava, no Sudão. Disparou e pouco depois entrou no avião. O New York Times publicou a foto, que em 1994 viria a ganhar o prestigiado prêmio Pulitzer. Kevin Carter não suportou a glória de uma imagem que lhe recordaria a sua própria mortalidade, a sua própria face humana, que naquela tarde de 1993, no Sudão, se deixou dominar pelo brio profissional de capturar a imagem que melhor demonstrasse a tragédia que varria o Sudão. Conseguiu-o.

O Mundo viu, nessa foto, a morte e a fome, a morte pela fome. A opinião pública apressou-se a julgar e a condenar sumariamente a alegada frieza com que teria agido Kevin Carter, considerando que o fotógrafo poderia, e deveria, ter feito alguma coisa para salvar a criança. Kevin sentiu o mesmo e foi essa dor que o levou a pôr termo à própria vida, incapaz de suportar a ideia de não ter ajudado a salvar uma vida. [...]

A história de Carter é a de uma talvez infundada má consciência que o atirou para o consumo compulsivo de drogas, segundo o relato de dois amigos, Greg Marinovich e João Silva. [...] João Silva [...] foi o destinatário da carta deixada por Kevin quando do suicídio. A carta, conta João, “era enraivecida”. Nela, explica, Kevin justificava as drogas como “recurso fácil para a dor que sentia”.

Afinal, sabe-se agora, não era preciso ajudar aquela criança, que estava sendo ajudada pela ONU. Conta o El Mundo que a própria imagem ajuda a contar a história desconhecida, até agora, de Kong Nyong, a criança que escapou ao abutre e fintou a fome e a vida de Kevin Carter. Na mão direita da criança, vê-se uma pulseira de plástico da ajuda alimentar da ONU. Ampliando a foto, pode-se ver inscrita a sigla “T3”. “Usavam-se duas letras: ‘T’ para a malnutrição severa e ‘S’ para os que só necessitavam de alimentação suplementar. O número indica a ordem de chegada ao centro alimentar”, contou Florence Mourin, que coordenava os trabalhos naquele campo improvisado de ajuda alimentar.

Feita a explicação, a história, embora dura, parece mais linear: Kong Nyong sofria de malnutrição severa, foi o terceiro a chegar àquele centro e estava recebendo ajuda. Sobreviveu à fome e evitou o abutre. Segundo o pai, morreu em 2006, jovem adulto, vítima “de febres”, não de fome. Kevin Carter é que já não está aqui para testemunhar essa descoberta dos repórteres do El Mundo.

(Jornal de Notícias)

Nota: A presença da dor no mundo, sem dúvida, é um dos maiores “problemas filosófico-teológicos” com os quais os teístas têm que lidar. Se Deus é bom e todo-poderoso, argumentam alguns, por que Ele não faz nada a respeito do assunto? Se não faz, é porque não é tão bom ou não é tão poderoso. Desde Epicuro essa ideia, entre outras, vem sendo usada por ateus e incrédulos a fim de descartar a crença. Curiosamente, eu estava lendo o livro O Problema do Sofrimento (Ed. Vida), do ex-ateu C. S. Lewis, quando me deparei com a matéria acima. Veja o que ele escreveu nas páginas 108 a 111:

“Enquanto o homem mau não toma, na forma de sofrimento, consciência do mal inequivocamente presente em sua existência, ele está preso na ilusão. Uma vez despertado pelo sofrimento, ele sabe que, de uma forma ou de outra, está ‘face a face’ com o Universo real. Assim, ou se rebela (com a possibilidade de uma vazão mais evidente e de um arrependimento mais profundo em algum estágio posterior) ou faz alguma tentativa de adaptação, a qual se for buscada, haverá de leva-lo à religião. [...]

“Até mesmo os ateus se revoltam e exprimem [...] sua cólera contra Deus embora (ou porque) Deus, no ponto de vista deles, não exista. [...] Não resta dúvida de que o sofrimento, no forma de megafone de Deus, é um instrumento terrível, pois pode levar à rebelião definitiva e sem arrependimento [ou ao suicídio?]. Ele propicia, contudo, a única oportunidade que o homem mau pode ter para se emendar. Ele retira o véu ou finca a bandeira da verdade na fortaleza da alma rebelde. [...]

“Ora, Deus, que nos criou, sabe o que somos e que nossa felicidade repousa nEle, contudo não a buscaremos nEle enquanto Ele nos deixar qualquer outro recurso em que ela possa ser procurada de maneira plausível. Enquanto o que chamamos ‘nossa vida’ continuar satisfatório, não o entregaremos a Ele. O que, então, Deus pode fazer em nosso interesse, a não ser tornar ‘nossa vida’ menos satisfatória e privar-nos da fonte plausível da falsa felicidade? É justamente aqui, onde a providência de Deus parece a princípio ser mais cruel, que a humildade Divina [de aceitar aqueles que só se voltam para Ele na dor], o curvar-Se do Ser superior, mais merece louvor. [...]

“Os perigos da aparente autossuficiência explicam por que Nosso Senhor considera os vícios dos fracos e dissolutos de maneira tão mais tolerante que os vícios que levam ao êxito mundano. As prostitutas não correm o risco de achar a vida que têm satisfatória a ponto de não poderem se voltar para Deus. Já o orgulhoso, o avarento e o hipócrita estão correndo perigo.”

Muitas vezes, os pais têm que permitir que os filhos passem por situações difíceis a fim de que eles adquiram experiência em formem bom caráter. E não raro esses pais permitem isso com lágrimas nos olhos, acompanhando tudo de perto, ansiosos por abraçar o filho em processo de aprendizado. O Pai celestial também está “desesperadamente” interessado em nosso bem maior; em nossa segurança e felicidade eternas. E Ele sabe que isso somente será possível quando estivermos do outro lado da eternidade. Esse dia está próximo, mas, por enquanto, o processo de aprendizado prossegue. Deus sente nossa dor (e sentiu muito mais na Cruz...); caminha ao nosso lado com lágrimas nos olhos e corre até mesmo o risco de ser mal interpretado. Tudo para nos ajudar a fazer a mais importante das escolhas: aceitar a salvação que Ele oferece de graça. Se as lágrimas de dor hoje dificultam sua visão, aguarde o dia em que todas as perguntas serão respondidas – no colo do Pai.[MB]

domingo, novembro 14, 2010

A Janela

Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!
- Está precisando de um sabão novo.
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu
a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.

Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos!
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.

Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que a outra vizinha ensinou??? Porque eu não fiz nada.

O marido calmamente respondeu:
- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!

E assim é.
Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.
Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações.
Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Só assim poderemos ter real noção do real valor de nossos amigos.

Lave sua vidraça.

Abra sua janela.

segunda-feira, novembro 08, 2010

A história da águia

A águia é a ave que possui maior longevidade da espécie. Chega a viver setenta anos.

Mas para chegar a essa idade, aos quarenta anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos quarenta ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar suas presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil!

Então a águia só tem duas alternativas: Morrer, ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar cento e cinquenta dias.

Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.

Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só cinco meses depois sai o formoso vôo de renovação e para viver então mais trinta anos.

Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes, velhos hábitos que nos causam dor.

Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que a renovação sempre nos traz.

"Se alguém está com Cristo é uma nova criatura; as coisas

velhas já passaram, eis que tudo se fez novo."

Bíblia, Segundo livro aos Coríntios, capítulo 5 verso 17

quarta-feira, outubro 27, 2010

O Mar da Galiléia e o Mar Morto

Existem dois mares na Palestina. Um é refrescante e aprazível e nele saltam peixes. Uma orla verdejante adorna suas ribanceiras. Nas praias brincam crianças.O rio Jordão é que forma esse lago, chamado de mar da Galiléia, com águas limpas das montanhas. Assim, prossegue seu itinerário, brilhante á luz do sol. E os homens constroem casas em sua proximidade, e pássaros os seus ninhos; e toda a vida ali é mais feliz, por causa do rio.

O rio Jordão corre para o sul, desaguando em outro mar, chamado de mar Morto. Nele não nadam peixes, nem há folhagens nas suas margens, nem pássaros, nem risos de crianças. O ar paira pesado sobre as águas que ninguém se atreve a beber.Que é que faz a diferença entre esses mares vizinhos? Não é o rio Jordão. Este esvazia suas águas salutares em ambos. Nem é o solo em que repousam. Tampouco é a terra ao redor.Eis a diferença: o mar da Galiléia recebe para dar, não retém o Jordão. Para cada gosta que nele deságua, outra gota parte.

O dar e o receber se equilibram perfeitamente. O outro mar é egoísta, retendo tudo o que recebe. Nunca tenta um impulso generoso. Cada gosta que nele cai, nele fica. O mar da Galiléia dá e vive. Esse outro mar não dá de si. Por isso mesmo se chama mar Morto.Existem também essas duas espécies de pessoas no mundo.

quarta-feira, outubro 13, 2010

Ele desceu para nos resgatar






Fiquei emocionado ao assistir à descida do primeiro resgatista que foi se unir ao grupo dos 33 mineiros aprisionados por mais de dois meses a 622 metros sob a terra, numa mina de ouro e cobre no Chile. O homem recebeu um abraço do presidente Sebastián Piñera, entrou na capsula Fênix 2 e começou a descer pelo túnel de 50 cm de diâmetro escavado na rocha. Atitude de muita coragem, não resta dúvida. Depois de 17 minutos de descida, ele se encontrou com o grupo, abraçou cada um e lhes deu orientações quanto ao resgate. O primeiro a subir na capsula foi o mineiro Florêncio Ávalos. A chegada dele à superfície também foi marcada por muita emoção, especialmente por parte da esposa Mónica e do filho Byron, ali presentes. O resgate dos demais mineiros prosseguiu por várias horas.

Essas cenas me fizeram pensar na missão do Filho de Deus, que também desceu ao abismo deste mundo de pecado para resgatar os perdidos. Quando chegou aqui, abraçou os seres humanos e lhes deu a esperança de que o “soterramento” não é definitivo. Um “túnel” foi aberto entre o Céu e a Terra e o Mestre Jesus nos deu instruções suficientes para subir em segurança. Mais do que isso: com 33 anos de idade, Ele mesmo entregou a vida para salvar a nossa.

À semelhança do resgatista chileno, Jesus desceu a este mundo para nos dar esperança e direção. Um pastor adventista enviou 33 Bíblias de presente aos mineiros. Deus tomou providências para que Sua Palavra fosse espalhada pelo planeta. Resta ao ser humano aproveitar o tempo que ainda tem neste mundo, estudar as instruções divinas e se preparar para ser “içado” ao Céu. O caminho já foi aberto. A “cápsula” de resgate está à disposição. Permanecer no buraco é, no mínimo, insanidade.

Quando saiu da cápsula, Ávalos recebeu um abraço do presidente de seu país, tudo captado pelas câmeras dos meios de comunicação e pelos olhos atentos de mais de mil jornalistas. Quando chegarmos ao Céu, receberemos um abraço do Senhor do Universo, sob os olhos atentos e emocionados de uma multidão de testemunhas que hoje acompanham nosso drama, um triste "espetáculo ao universo" (1Co 4:9).

Que venha logo a conclusão do nosso resgate deste deserto de lágrimas!

Michelson Borges

terça-feira, outubro 05, 2010

Por que a Bíblia é diferente de outros “livros sagrados”?





Hoje, muitos consideram a Bíblia apenas como o melhor livro produzido pelo cristianismo. Essas pessoas não a consideram melhor do que os livros que contêm os ensinamentos de Buda, o Bhagavad Ghita dos hindus ou qualquer outra obra religiosa. Por que os cristãos insistem que a Bíblia é um livro diferente? Em meio a tantas opiniões divergentes, é necessário examinar a origem do livro que serve de fundamento para o cristianismo. Os profetas bíblicos afirmavam possuir um conhecimento real sobre o Deus infinito. Eles estavam absolutamente certos de que Deus falava por meio deles. Os profetas diziam que Deus faz afirmações dignas de confiança. Ele é capaz de predizer o futuro, e é isso que O torna diferente dos falsos “deuses”: “Eu sou o Senhor; este é o Meu nome! Não darei a outro a Minha glória nem a imagens o Meu louvor. Vejam! As profecias antigas aconteceram, e novas Eu anuncio; antes de surgirem, Eu as declaro a vocês” (Is 42:8, 9).

Um Deus que Se comunica – Os autores bíblicos estavam seguros de que Deus pode Se comunicar e de fato Se comunica com os seres humanos. Para eles, a linguagem não é nenhum tipo de barreira que impede a comunicação direta entre Deus e os seres humanos. Deus não é limitado; Ele tem a capacidade de usar a linguagem humana. Muitas vezes, Deus é mencionado como a Pessoa que realmente está falando por meio dos profetas. Por exemplo, as palavras de Elias (1Rs 21:19) são descritas como “a advertência que o Senhor proferiu” (2Rs 9:25), enquanto que Elias sequer é mencionado.

sexta-feira, setembro 24, 2010

Problemas? Não desista!! Ele Virá!!

Por:Marcos Nascimento de Lima.
      Membro da IASD de Jardim Anhangá - Duque de Caxias - RJ
      Fundador da Unisda - Unindo Adventistas.



(No dia 13 de Setembro de 2010) recebi uma resposta em que a princípio me deixou entristecido. Após rejeitar um emprego em já conquistado até ontem numa boa Empresa de Informática, por outra oportunidade (Indicada por um amigo) no mesmo ramo, tomei um banho gelado quando me deparei com resposta desta última empresa que o fato de não poder estar presente em possíveis sábados, não atenderia o perfil da vaga num campo que trabalha 24/7/365, e por este motivo a vaga infelizmente não poderia ser preenchida por mim.

Foi um choque, procuro ter uma certa instabilidade(Atualmente sou Micro-Empreendedor-Individual) devido um compromisso, meu casamento em 16/01/2011. Para quem casou ou está se preparando (Mesmo marcado com uma boa antecedência), sabe como é a responsabilidade de se casar, não é somente pelo gasto financeiro variável no preparo do casamento, ou durante gasto fixo durante a vida, mas existe um conjunto de campos no qual muito me ajudou o curso de noivos em que as nossas Igrejas Adventistas oferecem e pretendo fazer também na minha associação.

Talvez pudesse surgir na minha mente "Oh meu Deus, tu sabes como estou precisando, vou aceitar este emprego, mas estarei em breve resolvendo este assunto", quantos adventistas estão sujeitos isso, a final precisamos ter nossas atividades econômicas para sobrevivermos neste mundo.



Somente com a experiência da fundação e administração do Portal Unisda, percebo com os pedidos orações enviados por diversos tipos de internautas, que a má administração financeira é uma das principais causas de insônias, brigas entre casais e família, até mesmo o pensamento de suicídio. Famílias são desfeitas por ciúmes, consumo de álcool e drogas, prática de jogos de azar, parceiros múltiplos, excesso de trabalho, falta de amor, falta de tempo, doença e morte. Situações inesperadas nos sobrevêm...
Então é possível ter esperança para os compromissos? Esperança de ser feliz? Esperança para Viver? Esperança para ter Paz?  É possivel ter Esperança em situações como essas?

Veja, por exemplo, a vida de Davi. Ele foi um rei muito importante. É lembrado como uma pessoa de sucesso. Ao ler sua biografia (encontrada nos livros de 1 Samuel e 2 Samuel e vários salmos), percebemos altos e baixos. Ele venceu várias batalhas, alcançou popularidade, ampliou seu reinado, conquistou riquezas, aumentou seu patrimônio. No entanto, Davi foi perseguido em vários momentos, perdeu alguns de seus filhos para a morte, tomou decisões precipitadas que mudaram o curso de sua vida (relacionou-se com uma mulher casada e mandou matar seu marido).

Quando fugia de seu filho Absalão, que queria ser rei em seu lugar, compôs um magnífico poema musical. Podemos encontrá-lo no Salmo 3:1 a 12. Destaco aqui os versos de 1 a 5: “Senhor, muitos são os meus adversários! Muitos se rebelam contra mim! São muitos os que dizem a meu respeito: ‘Deus nunca o salvará!’ Mas tu, Senhor, és o escudo que me protege; és a minha glória e me fazes andar de cabeça erguida. Ao Senhor clamo em alta voz, e do Seu santo monte Ele me responde. Eu me deito e durmo, e torno a acordar, porque é o Senhor que me sustém.”

O rei Davi passou por situações de extremo conflito e sentiu paz e esperança, porque confiava em Deus.
Há pessoas que nos dizem as mesmas palavras que disseram ao rei Davi: “Deus nunca o salvará!” Mas a Bíblia nos diz que isso não é verdade. A Bíblia nos conta sobre Deus, e Deus não mente. O apóstolo São Pedro nos lembra: “Não se esqueçam disto, amados: para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Ao contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento. O dia do Senhor, porém, virá como ladrão” (2 Pedro 3:8-10).

Deus nos concede paz e esperança hoje. Ele remodela nossa vida hoje. Ele nos oferece o arrependimento e a segunda chance hoje. Ele está vindo em breve para nos encontrar e fazer novas todas as coisas.
Deus nos diz em Salmos 46:10 "Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus",
Também em Isaías 49:15 "Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo Eu não me esquecerei de ti."

Qual será a minha resposta para Deus hoje?



sábado, setembro 18, 2010

O que aprendi com Susan Boyle

Estes dias estive conversando com alguns amigos sobre a fascinante história de Susan Boyle.

Uma jovem senhora, fora dos padrões estereotipados da beleza moderna, desajeitada, "jeca", com um comportamente infantil e espalhafatoso. Quando Susan entrou para se apresentar em um programa musical inglês de novos talentos, todos a ridicularizaram, vaiaram, constrangeram...

Os próprio jurados, que ali deveriam manter uma postura imparcial (como "juízes" que eram), estavam entre os que desdenharam de Susan Boyle, uma escocesa caipira que se "atreveu" a invadir o mundo das celebridades.

O final desta parte da história vocês já conhecem... todos emudeceram quando ela começou a cantar, tamanha sua qualidade vocal. Susan conquistou o mundo!
Que voz! Que harmonia! Que melodia!

Nenhum dos presentes olhou mais para o "exterior" de Susan, pois todos queriam ouvir aquela doce voz ecoar pelo auditório. Ao final, uns estavam em lágrimas, e TODOS a aplaudiam de pé.

Assim é o mundo em que vivemos... julgamo-nos uns aos outros apenas pelo que vemos "com os olhos", e pouco nos importa aquilo que está no íntimo, bem lá no fundo... talvez um talento maravilhoso escondido, mas não damos chance para ele aflorar.

Na Bíblia também encontramos relatos semelhantes.

Davi, aquele fracote?! Não! O nosso rei tem que ser o mais forte, o mais valente, o mais bonito, o mais alto... Davi? Ah, coitado!

Mas Deus queria Davi!
Aleluia!

Nosso Deus não olha para nós como somos por fora, mas como estamos por dentro. Muitos de nós, que são admirados e até "idolatrados" pelos que nos cercam, fazem Deus chorar, tamanha a podridão do nosso espírito (cf. Mat. 23:27).

Enquanto que outros de nós, tão menosprezados, desdenhados, humilhados, colocados para "escanteio"... são vistos por Deus como jóias preciosas, príncipes e princesas do Seu Reino glorioso.

Com Susan Boyle eu aprendi que é uma tremenda tolice julgar as pessoas apenas com base no que meus olhos vêem. Preciso tomar tempo para entendê-las, admirá-las, amá-las.

Como cristãos, devemos ser pessoas melhores, e deixar estes pré-julgamentos bobos de lado, e enxergar em cada vizinho, parente, amigo, "irmão"... um candidato em potencial a ser nosso companheiro POR TODA A ETERNIDADE.

"Porém o SENHOR disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o SENHOR não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração" (1Sam. 16:7).

Oh repreensão para o "juiz" Samuel! rsrs

Por: Gilson Medeiros


terça-feira, julho 20, 2010

Façamos a diferença!

Era uma vez um escritor que morava em uma tranquila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo.

Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.

"Por que está fazendo isso?"- perguntou o escritor.

"Você não vê! - explicou o jovem - A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia".

O escritor espantou-se. "Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.

O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.

"Para essa aqui eu fiz a diferença.".

Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.

Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor. Façamos a diferença!

terça-feira, junho 29, 2010

A Parábola da Indecisão

Havia um grande muro separando dois grandes grupos.


De um lado do muro estavam Jesus, Deus o Pai, os anjos, e os servos leais de Deus.

Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus ou que são infiéis.

E em cima do muro havia um jovem indeciso. Uma pessoa como qualquer um de nós. Que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus de todo o seu coração ou se deveria desfrutar dos prazeres passageiros do mundo...

O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava-o sem parar:

- Ei, desce do muro... Vem pra cá! Aqui há paz e harmonia. Jesus o ama! Deus quer ter você como Seu filho! As Suas promessas não falham! Você terá salvação e poder para vencer as suas fraquezas.

Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Sentados e calmos, apenas observavam.

Essa situação continuou por algum tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar para Satanás:

- Olá... Gostaria de saber porque vocês não se manifestam por mim. O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a ficar do lado de vocês?

E Satanás lhe respondeu:

- Fui eu quem construiu este muro de separação. Portanto ele é MEU e quem estiver sobre ele também... É um ledo engano achar que você já não está do nosso lado...

Não se esqueça: Na decisão ao lado de Deus ou ao lado de Satanás não existe meio termo. Não escolher, também é uma escolha. Isso porque até o muro "sobre o qual você está", tem dono...

sexta-feira, junho 25, 2010

Qual é a sua experiência?


No início de fevereiro, tive a chance de participar de um final de semana de oração com o pastor Samuel Neves, um brasileiro que lidera uma igreja inglesa. Na mensagem da sexta-feira, uma das primeiras indagações do pastor foi quem era Deus para cada um ali presente. E sem nos deixar pensar, ele afirmou que, se perguntássemos a Noé quem era Deus, ele certamente responderia que foi quem o mandou construir a arca do dilúvio. Para Samuel, talvez Aquele que o chamou pelo nome. Para Moisés, Aquele que abriu o Mar Vermelho.

Isto é, a Bíblia é um livro de histórias, relatos de pessoas que provaram do amor e grandeza de Deus. A mensagem do pastor Samuel me fez pensar o quanto é importante que tenhamos o nosso relacionamento com Deus, individualmente. Se alguém passa por uma doença, por exemplo, é impossível outra pessoa “sentir muito” por algo que ela nunca teve, não experimentou. Tenho percebido isso quando alguns perguntam como tem sido a minha experiência em outro país, afinal, por mais que eu tente detalhar, a situação leva a emoções indescritíveis, que podem ser vivenciadas apenas por quem passa.

Neste sábado, sugiro que você possa refletir nas perguntas a seguir: Quem é Deus para você? Você já provou do amor dEle? Se alguém te perguntar quem é Deus, você vai relatar a história de outra pessoa ou é capaz de contar sobre a SUA própria experiência? Se essas questões ainda permanecem sem respostas, busque conhecer o nosso Deus em espírito e verdade, pois quando nos deleitamos em seus caminhos, nos deparamos com a Sua grandeza e o Seu amor. Logo, seremos capazes de dizer aos outros da nossa própria experiência, da NOSSA história com Deus.

Tatyanne de Morais

domingo, junho 20, 2010

Chuva


Certa manhã de Sábado, eu estava indo juntamente com minha família à igreja. Chovia muito e minha preocupação era como iríamos sair do carro para entrar na igreja, pois um curto caminho havia de ser percorrido até a mesma. Foi aí que eu, com um ato de egoísmo tipicamente humano, orei para que Deus cessasse a chuva, e como que por um milagre aos meus olhos, poucos minutos depois, a chuva parou. Nesse momento, em minha mente caía uma tempestade dos mais variados pensamentos. Orei para que a chuva parasse, porque eu queria que assim fosse, porque eu queria que o meu desejo fosse atendido. Mas esqueci das inúmeras pessoas que faziam uma súplica diferente da minha, essas pessoas oravam para que chovesse mais.

Logo, aquele turbilhão de pensamentos tornou-se uma bela mensagem em meu coração. Deus derrama chuva para todos. Ele não escolhe mandar chuva só para quem precisa, e o mesmo Ele faz com as bênçãos. Ele derrama chuvas de bênçãos para todos, por mais pecadores que sejamos. A diferença é que muitos não estão preparados para receber essas bênçãos. Muitas vezes estamos mais preocupados com a tempestade diária de problemas, de afazeres, dias cada vez mais corridos, esquecendo-nos de nossa comunhão constante e diária com Deus.

A chuva cai para todos, e bênçãos também. Faça um pacto com Deus, entregue sua vida a Ele, faça dEle o seu ponto de referência, faça dEle o seu amigo particular. Com certeza, você saberá reconhecer o que Ele faz em sua vida, aproveitando cada gota da chuva de bênçãos do Nosso Senhor Jesus Cristo.

“O Senhor é o meu pastor e nada me faltará”, é a Sua promessa, e Ele a cumpre cada dia na minha e na sua vida. Aceite-O, e uma grande mudança haverá em seu viver.

Priscila Serbim

sexta-feira, junho 04, 2010

Questão de Paixão

A cada quatro anos, em todo o planeta, há um fenômeno que é capaz de tomar conta das conversações diárias, da atenção de homens e mulheres por momentos específicos e gera até discussões acaloradas dos mais afoitos. Não se tratam das eleições para governantes federais, estaduais ou municipais e nem dos lançamentos de novas telenovelas. Estou falando da Copa do Mundo de Futebol. É diferente do futebol em geral que certamente é motivo de intermináveis debates familiares, principalmente por conta dos maridos que trocam a família pelos campeonatos regionais.

quarta-feira, junho 02, 2010

Publicidade e consumo de álcool entre os jovens

Quase 70% dos anúncios de álcool na TV são feitos durante a exibição de programas esportivos. Esse e outros dados foram apresentados no Seminário Álcool, Tabaco e a Publicidade, promovido pela Abead, na Unifesp, em São Paulo. Ainda de acordo com pesquisas inéditas, cerca de 80% da propaganda de bebida é promovida pelas marcas de cerveja durante programas com ao menos 10% de audiência de adolescentes. Jovens entre 14 e 17 anos consomem 6% de todo o consumo anual de álcool do país. Esse é um dos dados alarmantes de pesquisa recente que levantou o volume de álcool consumido por diferentes grupos populacionais, adotando critérios como sexo e faixa etária.

A Oração, Nossa Fortaleza

"Entre os perigos destes últimos dias, a única segurança dos jovens reside numa crescente vigilância e oração. O jovem que encontra seu prazer em ler a Palavra de Deus, e na hora de oração, será continuamente refrigerado pela fonte da vida. Atingirá um nível de excelência moral e uma amplitude de idéias que outros não podem conceber. A comunhão com Deus estimula os bons pensamentos, aspirações nobres, claras percepções da verdade, e elevados desígnios de ação. Os que assim se ligam a Deus, são por Ele reconhecidos como Seus filhos e filhas. Estão continuamente chegando mais alto, mais alto ainda, obtendo mais claras visões de Deus e da eternidade, até que o Senhor os torna condutos de luz e sabedoria para o mundo." Mensagens aos Jovens, pág. 247

domingo, maio 30, 2010

Uma "marca" chamada JESUS !

Por: Gilson Medeiros

Hoje pela manhã eu estava no trânsito, a caminho da Escola Adventista com minha filha mais velha, a Gabrielle, e 2 coleguinhas dela que vão conosco todos os dias.

Percebi que um pouco mais à frente também seguia outro carro, fazendo zigue-zague no trânsito, algo muito comum... infelizmente.

Mas o que me causou admiração, e deu motivação para escrever esta postagem, foi que a traseira do carro estava cheia de adesivos "cristãos".

"Jesus mudou meu viver"



"Jesus te ama"



"Deus é fiel"

Continuei dirigindo, e pensando...
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