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sábado, setembro 11, 2010

Carne de porco pode transmitir vírus da hepatite E

Folha On Line, 02.08.2010, às 9h46min.

O Instituto Oswaldo Cruz, da Fiocruz, conseguiu detectar pela primeira vez a presença do vírus da hepatite E em um paciente brasileiro.

Até então, a confirmação da doença era feita pela testagem da presença de anticorpos específicos contra ela - de 1999 a 2009, foram 810 testes sorológicos positivos no país, segundo o governo.

Além de dar mais segurança ao diagnóstico, a novidade permitiu comparar o sequenciamento genético do vírus encontrado no paciente com aquele encontrado em suínos criados no Brasil.

A semelhança reforçou a suspeita de pesquisadores de que a transmissão no país esteja ligada ao consumo de carne de porco mal passada.

"Quando comparamos [geneticamente] as amostras do paciente e do animal, vimos que são relacionadas", diz a pesquisadora Débora Regina Lopes dos Santos. Ela é uma das responsáveis pelo estudo, publicado no "Journal of Clinical Virology".

Na Ásia e na África, regiões em que a hepatite E é endêmica, o contágio se dá através de consumo de água e alimentos contaminados com fezes -mesma forma de transmissão da hepatite A.

Já no caso das hepatites B, C e D, a transmissão ocorre pelo contato com sangue e outros fluidos corporais de pacientes infectados.

Com tantas possibilidades, alguns episódios da doença acabam não tendo suas causas reveladas.

Foi sobre esses casos que Santos se debruçou. Foram analisadas 64 amostras de pessoas que tinham tido

hepatite aguda de origem indefinida entre 2004 e 2008.

Em uma dessas amostras, os exames sorológicos e moleculares detectaram o vírus.

O paciente em questão era um morador do Rio que teve a doença em 2006.

Os pesquisadores partiram então para a comparação com vírus que já tinham sido encontrados em suínos criados no Estado, seguindo a linha de estudos internacionais que já traçaram essa relação. Os resultados confirmaram a possibilidade.

"Mas, para ter certeza, só se pudesse analisar a carne que ele comeu", diz Santos.

Apesar de não ter essa confirmação, a pesquisadora aconselha a população a cozinhar bem a carne, recomendação válida para evitar também outras doenças.

O Ministério da Saúde disse que a detecção do vírus não altera a política de enfrentamento da doença. "O ministério já desenvolve ações para a hepatite A, que são eficientes contra a hepatite E", afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa.

Nota: Apesar de diversas pesquisas e campanhas pró-consumo de carne suína, sempre há pesquisas que mostram riscos de ingestão deste tipo de carne. É bastante coerente com a advertência prevista na Bíblia, especificamente no livro de Levítico capítulo 11, onde há uma listagem de carnes imundas, entre as quais está a de porco. Alguns advogam que se trata de determinação apenas para os judeus, mas trata de uma lei de saúde mais ampla e que encontra razão na própria ciência moderna.

terça-feira, agosto 17, 2010

Ainda o atum - comer ou não

Depois de ler a postagem sobre o atum, o advogado Erich Olm contatou a empresa Coqueiro e obteve a seguinte resposta:

Bom dia Erich!

Agradecemos o seu contato com o nosso Serviço de Atendimento ao Consumidor Coqueiro. Com relação ao seu questionamento, esclarecemos que o atum é peixe de couro e de escama. O corpo é de couro e contém escamas na cabeça. A maioria das pessoas considera o atum um peixe de pele, mas isso acontece por conta do tamanho e quantidade das escamas do atum diferirem daquelas encontradas em outras espécies de peixe como as da sardinha, por exemplo. As escamas do atum são muito pequenas e estão mais concentradas na cabeça. Quanto às aletas (barbatanas), todas as espécies a possuem, e o tamanho é dependente da espécie e da idade. Existem várias espécies de atum, e todos têm barbatana e escamas.

Atenciosamente,

Maria Santana



Atendimento ao Consumidor COQUEIRO

Obs.: Alguns sites judaicos apresentam o atum como alimento kosher, ou seja, próprio para consumo humano.

terça-feira, julho 13, 2010

Atum: comer ou não comer?


Aqueles que se pautam pelas regras dietéticas da Bíblia podem ou não comer atum? Ele é peixe de couro ou escamas?

Resposta:

Realmente não existe unanimidade quanto a isso na Igreja Adventista. Alguns dizem que o atum tem escamas e outros, não, que é peixe de couro. O pesquisador adventista Dr. Manuel Antônio Tápia realiza palestras sobre temperança em todo o Brasil e no exterior. Ele classificou o atum como peixe de couro, portanto, peixe imundo para alimentação. Mas muitos defendem o contrário, que o atum escamas e não há problema em fazer parte da dieta. Ver Levítico 11:9-10.

Entrei no site da Coqueiro. Se não é a maior, está entre as grandes marcas que comercializam atum e sardinha no Brasil. Para minha surpresa, entrando neste link, descobri que a empresa Coqueiro faz a seguinte declaração: “Como eles se diferenciam um do outro? [sardinha e atum] Pelo tamanho e suas características. A sardinha tem entre 50 e 80 gramas e tem seu corpo coberto por escamas. O atum, para ser comercializado, deve ter peso entre 1 e 12 kg, mas a média de tamanho é de 2 a 5 kg e tem seu corpo coberto por pele.”

Afirmado pela própria empresa que comercializa o atum, temos assim uma prova embasada de que o atum é peixe de couro. Realmente é difícil de ver o peixe no comércio, pois tem saída super-rápida quando chega à venda.

Fica o aviso de que, além de o atum ser peixe de couro, impróprio para alimentação de acordo com a Palavra de Deus, graças à sua pesca ilegal, milhares de golfinhos morrem presos em redes de pescadores.

A revista Veja publicou a história do Sr. Agudo, funcionário do Ministério do Meio Ambiente da Venezuela. Ele foi incumbido de fazer um levantamento da população de golfinhos na costa do país. Voltou com dados alarmantes: os animais estavam sendo dizimados de dois modos. A Venezuela tem a segunda maior frota de embarcações de pesca de atum. São barcos equipados com redes de até dois quilômetros de comprimento. Como os cardumes de atum e bandos de golfinhos costumam nadar juntos, os pescadores lançam as redes justamente onde encontram um número grande deles. O resultado é que os golfinhos, que não têm valor comercial, caem nas redes destinadas aos cardumes de atum.

O Earth Island Institute (EII), organização não-governamental com sede em São Francisco, na Califórnia (EUA), calcula que oito milhões de golfinhos morreram presos às redes nas últimas quatro décadas. Em 1990, o EII regulamentou internacionalmente o selo Dolphin Safe (Seguro para Golfinhos). O selo é conferido a empresas fabricantes de atum que usam sistemas de pesca que sejam inofensivos aos golfinhos (a pesca feita de forma correta é aquela com redes dotadas de meios de fuga ou feita com utilização de anzol e isca). Hoje, mais de 300 empresas no mundo têm o selo. Nenhuma delas no Brasil, segundo Mark Berman, diretor assistente do Projeto Internacional de Mamíferos Marinhos do ELL.

É bom que cada pessoa reflita se vale a pena comer as famosas pizzas de atum juntamente com seus patês, por tão horrendo sacrifício, reforçando ainda que o atum é peixe de couro e foi proibido por Deus para fazer parte do nosso cardápio.

(Emerson Nolasco)

Fontes:

Empresa Coqueiro: http://www.coqueiro.com.br/


sexta-feira, maio 28, 2010

Jesus Aboliu as Leis de Saúde do AT ?

Por: Gilson Medeiros

Desde a Criação, Deus demonstra o interesse de que o homem tenha uma alimentação saudável e eficaz, visando suprir as necessidades calóricas diárias. Vemos que o alimento destinado ao homem era o mais natural possível, constituído apenas de produtos de origem vegetal – sementes, frutas, castanhas (cf. Gên. 1:29; 2:8-9). Era propósito de Deus que o ser humano tivesse uma alimentação natural, por ser de melhor qualidade – como a Ciência já comprova amplamente em nossos dias; basta ver a grande incidência de doenças entre as comunidades consumidores de grande quantidade de produtos de origem animal.

Após o dilúvio, devido à escassez de alimentos vegetais, o Senhor permitiu que o homem comesse carne, que deveria durar apenas um período curto de tempo, mas que se transformou no principal alimento da humanidade.
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